
2008. O que levar de um dos melhores anos da minha vida? Os amigos (e porque não professores?) que mantive e os que conquistei, perfeitos mesmo com imperfeições, ou até por causa delas, que os fazem únicos. As lições ensinadas por eles, que me engrandeceram como pessoa. A união vivenciada diariamente no 3º f, que me fez ver o mundo de maneira diferente, mais solidária. As conversas produtivas (nem tanto) no laboratório de redação, que me tiraram muitas vezes o baixo astral. Os passeios de última hora e fora dela, ímpares, que me tiraram o tédio. As paixões relâmpago (que foram muitas), que trouxeram (emo)cão, mas também apreensão, expectativas e cor para meus dias cinzentos. Os textos de amigos (Charme, Rousi, Samelly, Marília, etc.), que me levaram a uma reflexão, introspecção e “dar a luz” a uma vontade de escrever (de vez em quando) também. As lembranças de todos esses momentos que rechearam meu 2008 eu não vou carregar na cabeça, que essa às vezes (muitas vezes) falha, mas no coração, que esse guarda coisas boas (e as ruins não citáveis) como tatuagem, nunca mais saem.
2009. Dizem que anos ímpares são os piores. Fazendo um “flashback” mental, eu constato uma verdade: 2007 foi um dos piores anos, uma idade média e 2005 não merece comentários. Porém, meu otimismo (que nem é tão grande) não deixa eu esperar isso do próximo, porque mesmo cheio de lembranças ruins daqueles, eu sou de criar expectativas, que vez e outra me deixam feliz. A esperança de passar no colégio, seguido da aprovação nos vestibulares, de ter férias divertidas, de ter menos violência, a fé no amor, na amizade, no respeito fazem com que eu espere de 2009 um ótimo ano. E que ele seja.
Estarei à zero horas de 2009 todo de branco, pra não quebrar os rituais, pulando as sete ondinhas e cantando “adeus ano velho, feliz ano novo” abraçando todos, pra que se 2009 seguir a tradição dos impares, aquele momento se tornar o melhor momento do ano.




