quarta-feira, 11 de agosto de 2010


lucas truta's house

Últimos acontecimentos.

Estou a passar uns dias em casa, e me surpreendendo em estar gostando de ficar em casa. Estou vez e outra recebendo visitas,lendo um livro que achei jogado em uma estante, treinando meu inglês, escutando musicas (como sempre). Já havia escutado de alguém que depois que você se sente em sua própria casa, você não quer sair mais dela, e é o que está acontecendo. Não que eu tenha me mudado, ainda moro com minha mãe, mas o tempo que antes eu passava rodando na rua eu estou ficando em casa, sozinho e aproveitando ao máximo. Lucas Truta está mudado de todo, mas sem perder a sua essência. Nesses dias escreverei algo interessante de se ler. :)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

E não Ter a Vergonha de Ser Feliz


De hoje.
Faz meses que não escrevo nada. nada mesmo. até tentei forçar alguns parágrafos, mas não saiam. não estava preparado. ainda estava numa fase em que não tinha meus pensamentos tão organizados e definidos qria comunicar que eu estava bem mas nem isso saia. começava a escrever mas apagava, começava...e apagava. enfim, com alguns novos pensamentos, alguns novos conceitos e com um novo astral sei que vou conseguir colocar no monitor algumas palavras.
Na verdade era pra esse ser um post a ser publicado nos últimos dias do ano, mas vai saber se eu vou estar vivo até lá e, além do mais, deu vontade de escrever agora, então vou escrever agora (risos).


Queria falar de como tudo na vida tem um lado bom, de como toda escolha na vida vale a pena. Digo isso porque durante esse ano todo sofri por uma série de transformações (inclusive físicas). É claro que não deixei de gostar do meu velho Chico Buarque, dos meus poetas, dos meus velhos amigos, apenas acrescentei na minha cabeça alguns aprendizados que velem apena ter acrescentado.
Lembro-me muito bem das minhas palavras às 0h de 2009: "Que este ano seja o ano da minha vontade, do meu coração, do meu pecado. Que eu viva sem medo do que me possa acontecer, mas que eu viva". Pois bem, levei a sério o que eu falei. Passei por momentos de solidão, por momentos de baixo astral, por momentos de suprema alegria, estive confuso, chorei, gargalhei, enlouqueci. Mas em nenhum momento deixei de fazer algo que eu realmente queria. É egoísmo mesmo. Mas acredito que muitas vezes na vida você precisa fazer suas próprias vontades para se sentir de bem consigo mesmo, pra não se arrepender futuramente pelo que não fez.
Por causa disso enfrentei milhões de problemas ( brigas em casa, brigas com toda a familia, brigas com alguns amigos, enfim... Muitas brigas. além de passar por situações extremamente inusitadas e perigosas. Sem falar no preconceito. preconceito por ter oo cabelo de determinado estilo, por usar um piercing, um alargador. Ser tratado como um estranho, como um louco por fazer coisas que a sociedade por algum motivo que ainda não entendi toma como abomináveis), mas acredito que qualquer atidude que você vai tomar, é bom pensar nas consequencias que isso poderá te trazer. E foi sabendo o que ia acontecer e estando disposto para enfrentar as consequencias que resolvi fazer minhas vontades.
Só sei que dessa maneira, fiz de 2009 o MELHOR ANO DA MINHA VIDA. Porque conheci pessoas maravilhosas (e outras nem tanto) e aprendi inúmeras coisas dentro dos meus erros e dos conselhos que recebi. Hoje agradeço a Deus e a meus amigos por terem me ajudado e terem estado presentes comigo nos momentos que eu mais precisei.
Posso ter reprovado mil cadeiras na universidade (e nao pense que eu me orgulho de estar dizendo isso, mas também não me sinto nenhum pouco inferior nem deixo de me orgulhar de mim por causa desse fato), ter gastado dinheiro a toa e com besteiras, posso ter magoado algumas pessoas (claro que não intensionalmente, mas por um motivo superior: Meu desejo) e inclusive peço desculpas a minha mãe, a minha avó e a alguns que esperavam outras atitudes vindas da minha parte, mas quero comunicar a todos que hoje, mesmo não tendo um grande amor, mesmo não tendo dinheiro, mesmo sem ter viajado o mundo, sem falar ingles fluentemente nem tendo uma carreira bem sucedida eu sou a pessoa mais feliz e realizada desse mundo, por possuir amigos verdadeiros, por possuir companheiros que me divertem na hora certa, por ter pessoas que dariam muita coisa para estar ao meu lado e por carregar na minha cabeça milhões de experiências que eu tenho certeza que muita pessoa "normal" (é como chamam as pessoas que estão no padrão social) de 30 anos não sabe o que é ter. E quem me ama de verdade eu tenho certeza que ficará feliz de ler este rabisco pois saberá como eu estou feliz independentemente de em qual situação eu esteja.
Obrigado meu Deus, Obrigado vida, Obrigado mundo e OBRIGADO A MIM (que fui quem mais lutou pela minha felicidade).
E de 2010? não quero saber o que vem pela frente, nem quero que seja melhor que esse ano. quero apenas continuar vivendo, embora de maneira mais organizada, mas vivendo.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Qualquer erro ortográfico é culpa do sono e da nova gramática.


De hoje.
Metáfora da madrugada de 9 de abril de 2009.

A vida é um jogo. Na verdade um conjunto de jogos. Um grande amigo meu compara-a com uma partida de xadrez, não lembro se ele enxerga como eu, mas comparo os dois da seguinte maneira: tomemos um objetivo na nossa vida, ele é o Rei adversário. O tempo que passará até você alcançá-lo é o tabuleiro. Seus obstáculos, desafios e dificuldades são as peças do campo adversário. As peças do seu campo são suas qualidades, defeitos e aliados que tentarão fazer com que você dê o “xeque-mate” e conquiste seu sonho. Você é o seu Rei. Daí teremos de saber utilizar nossas peças, pensar estratégias de como usar até os defeitos para vencer. Introduzindo na realidade, quando queremos conquistar alguém jogamos com nossas ‘peças’ (charme, olhar, boa conversa) para convencer a pessoa de que ela tem que ficar com você. Na contra partida estão os ‘urubus’ rondando seu ‘alvo’, o medo de receber resposta negativa, etc. Opções: ou você derruba todos os ‘peões, bispos, torres, cavalos, rainhas’ e dá o ‘cheque-mate’ ou vem alguém e faz isso em você.
Se pensarmos direito, veremos que para tudo temos que jogar (às vezes mesmo sem saber). Só não podemos levar o jogo na brincadeira como fazem muitos e nem ganham nem deixam outros ganharem.
Há pessoas que são naturalmente jogadores de poker e ganham a vida blefando com os outros. Não é ser falso, é ser individualista. É ver a entrega de alguém e usá-la quando dá vontade para a satisfação própria.
Se queremos conseguir um emprego jogamos um jogo de guerra, onde temos que esmagar sem pena nossos adversários e passar a frente de todos, temos que tentar de tudo para ser um dos últimos vivos.
Não se pode esquecer do velho ‘caiu no poço’, onde muitas vezes na vida temos que fazer uma escolha sem mesmo saber quais são suas consequências e arcar com elas mesmo sem sermos culpados.
Mas o que é comum em todas as situações é a obrigação de ter de fazer escolhas. O mesmo amigo citado inicialmente sempre fala “a vida é feita de escolhas”. É uma verdade. Como num jogo de xadrez temos escolher qual peça iremos usar e de que forma, na vida temos que escolher, e o tempo todo: para onde vamos, para qual curso iremos prestar vestibular, que roupa comprar, etc. as conseqüências que vêem com as escolhas nos transformam e nos moldam para a vida, delas apredemos lições.
Portanto, não importa se perdemos a partida, com a derrota sabemos o que não fazer da próxima vez e dar o ‘XEQUE-MATE’!!

sábado, 10 de janeiro de 2009

De Hoje.

Toda vez: “a noite vai ser ótima” e acaba sendo uma merda, “ela vai me ligar” e acabo só esperando, “vou à praia me divertir muito” e acabo segurando vela, “vou passar o dia fora” e não saio de casa “vai ser um lindo dia de sol”, chove.
Meu otimismo está me matando e eu estou querendo entender o porquê disso. Vejo várias pessoas dizendo que o dia vai ser legal e acaba sendo. Será que o problema é falta de fé?? Não. Em mim mesmo não... quando digo isso acredito mesmo que vá acontecer todo como combinado (ou imaginado). Talvez se eu tentar dizer que vai ser tudo ruim seja tudo bom inclusive na ultima vez q eu disse q um acontecimento ia ser ruim, foi muitíssimo bom. Ta. Amanha vai ser um dia horrível e eu não vou fazer nada divertido nem legal. Não. Acho que não funciona.
Talvez pensar que algo vai ser ruim me faz lutar para seja bom e pensar q algo será bom me relaxar e esperar coisas boas acontecerem. Hummmm... também não. Quanto mais eu sou otimista mais eu luto pra os planos saírem direitos.
Talvez sejam as expectativas. Um dia, me disseram que o meu problema é fazer das minhas expectativas minha realidade. Querer q tudo seja tão perfeitinho, que às vezes algo muito desimportante não acontece eu “perco meu dia”. É. São as expectativas. Elas me perseguem há anos. Sei qual é o problema, mas não encontro solução para me livrar dele. Se alguém souber, favor me dizer que ficarei muito grato.
Enquanto isso não acontece vou indo eu, esperando e me decepcionando. Triste, e fazendo de mim um otário.
Não quero que fiquem com pena, com raiva nem achem graça. Quero apenas que alguém me dê uma solução para me cura dessa mania horrível que tenho. (alívio)

domingo, 28 de dezembro de 2008

Passagem: Lembranças, mudanças e expectativas



2008. O que levar de um dos melhores anos da minha vida? Os amigos (e porque não professores?) que mantive e os que conquistei, perfeitos mesmo com imperfeições, ou até por causa delas, que os fazem únicos. As lições ensinadas por eles, que me engrandeceram como pessoa. A união vivenciada diariamente no 3º f, que me fez ver o mundo de maneira diferente, mais solidária. As conversas produtivas (nem tanto) no laboratório de redação, que me tiraram muitas vezes o baixo astral. Os passeios de última hora e fora dela, ímpares, que me tiraram o tédio. As paixões relâmpago (que foram muitas), que trouxeram (emo)cão, mas também apreensão, expectativas e cor para meus dias cinzentos. Os textos de amigos (Charme, Rousi, Samelly, Marília, etc.), que me levaram a uma reflexão, introspecção e “dar a luz” a uma vontade de escrever (de vez em quando) também. As lembranças de todos esses momentos que rechearam meu 2008 eu não vou carregar na cabeça, que essa às vezes (muitas vezes) falha, mas no coração, que esse guarda coisas boas (e as ruins não citáveis) como tatuagem, nunca mais saem.
2009. Dizem que anos ímpares são os piores. Fazendo um “flashback” mental, eu constato uma verdade: 2007 foi um dos piores anos, uma idade média e 2005 não merece comentários. Porém, meu otimismo (que nem é tão grande) não deixa eu esperar isso do próximo, porque mesmo cheio de lembranças ruins daqueles, eu sou de criar expectativas, que vez e outra me deixam feliz. A esperança de passar no colégio, seguido da aprovação nos vestibulares, de ter férias divertidas, de ter menos violência, a fé no amor, na amizade, no respeito fazem com que eu espere de 2009 um ótimo ano. E que ele seja.
Estarei à zero horas de 2009 todo de branco, pra não quebrar os rituais, pulando as sete ondinhas e cantando “adeus ano velho, feliz ano novo” abraçando todos, pra que se 2009 seguir a tradição dos impares, aquele momento se tornar o melhor momento do ano.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Me contradizendo... um poema.




"Ou se é poeta ou não, e eu,
infelizmente, não sou"


Vestibular

Só sei que onde
Há rimas pobres
A verdade se esconde.

Espero com ansiedade
Uma resposta, algum sinal
Que possa me acalmar de verdade
Que seja meu bem meu mal

O dia passo pensando
E isso me fica doendo
Se tu chegas (e quando)
Se boas notícias trazendo

Era para eu ter me preparado
Era para eu ser mais cauteloso
A tarde chega e eu ainda nervoso

Por que não me ligas?
Ou no jornal logo não anuncia?
Aqui tenho que ficar fazendo figas?

A noite chega
Mas o sono não
Os sonhos chegam
Mas o sono não

E com medo passo a madrugada
Que o dia chegue e ainda não tenha chegado
Dessa história mal contada
Qual será o resultado

Eu não sei escrever bonito
Ele sabe
Eu não sei falar bonito

Ele sabe
Que nessa prova pra ganhar
Basta lábia e saber improvisar

E os dias (lentos) se passam
A árvore do pensamento
Com angústias que não se calam
Parada sentido o vento

Mas um dia isso acaba
Dezembro fevereiro
Certeza que desaba
Não dura o ano inteiro
(eu acho)

Só sei que onde
Há rimas pobres
A verdade se esconde.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Bons Dias.


Ahh... O amor. Aparece ‘onde ninguém ousaria supor’, faz escrever poemas que há tempos não eram escritos, faz olhar o Orkut milhões de vezes pra ver se o ‘status’ mudou, mandar mais de um depoimento seguido, o que é para alguns uma dificuldade imensa, faz gazear aulas (e provas) no parque da criança. Uma manhã é muito, mas muito pouco pra matar todas as vontades, mas é suficiente pra ter certeza do que se está fazendo. E por mais louco e diferente que seja, não deixa de ser bom, muito bom, uma vez que ‘não existe amor errado’.

E quando nosso amor está conosco, todos os CDs (inclusive os de Regina Spektor) parecem tocar apenas uma música.

Há dias não fico depressivo. Sorrio até sem motivos.

Por mais que eu queira, não vou me alongar, pois já recebi muitas reclamações a respeito do tamanho são minhas postagens. Além do mais, não vou perder tempo (por mais que queira) tentando definir o que não tem definição plausível.

De hoje.